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TESTEMUNHOS
“Resta-nos acreditar que o movimento emergente que a
actividade de Business Angels começa a evidenciar em
Portugal se venha a converter, a muito breve trecho, numa
forma efectiva de colmatar a insuficiência da oferta por
parte de operadores de capital de risco nas fases de capital
semente e start-up.”
Carla Coelho,
Advogada e Partner da Gesventure |
“Um investidor
que tenha algum capital e conhecimentos num determinado
sector de actividade, pode ter 5% dos 50 mil euros [que os
BA têm disponíveis para investir], pode vir a tomar posição
num projecto que pode vir a ser alavancado com fundos
estatais e da União Europeia em 90%, o que permite um efeito
de alavancagem bastante interessante”
“Nos últimos 24 meses, as SCR institucionais fizeram mais de
100 projectos de investimentos nas fases de seed capital e
start-ups o que permite antever boas perspectivas para a
Emergente Comunidade de Business Angels uma vez que o efeito
demonstração desses projectos está a ser bastante
dinamizador do aparecimento de novas iniciativas ”
“É mais fácil um investidor da Covilhã apostar num projecto
da cidade ou da região, que uma associação de capital de
risco sedeada em Lisboa ou no Porto, especialmente quando o
projecto ainda nem tem ligações ao mercado”
“Com as inúmeras manifestações de interesse que temos
recebido para a criação de clubes, a FNABA deverá
representar mais de mil Business Angels no espaço de dois
anos”, Francisco Banha
Francisco Banha, Presidente da FNABA |
“As políticas
públicas ainda não estão suficientemente agilizadas e de
mente aberta para o apoio ao empreendedorismo e aos Business
Angels. Infelizmente, continuam mais direccionadas para o
apoio financeiro a fundo perdido, a compras de equipamento,
à construção de edifícios, mas tudo isso é economia física
do passado. A economia do século XXI é empreendedorismo,
conhecimento, inovação.”
Mira
Amaral, Presidente do Fórum para a Competitividade |
“[O Business
Angel] está fisicamente mais próximo, porque está
diariamente presente no acompanhamento, no suporte da
empresa, do empresário, na abordagem do mercado, dos
financiadores e da própria organização, da forma como devem
estruturar-se as propostas que chegam aos clientes.”
João
Pereira , PME Capital |
“É preciso
continuar a dinamizar as plataformas de proximidade onde
estão várias entidades: universidades, escolas superiores,
politécnicos, Business Angels, sociedades de capital de
risco”
Luís
Santos, IAPMEI |
“Hoje tivemos
muito mais pessoas do que estávamos à espera, o que
demonstra que, efectivamente, a mensagem esta a passar e que
as pessoas percebem o interesse dos Business Angels para os
seus projectos. É preciso aparecerem as primeiras ideias
concretizáveis, depois é como na bolsa! Quando as pessoas
perceberem que os Business Angels podem gerar sucesso e
investimento…Estamos ainda no início e é um trabalho lento
que é preciso ser continuado.”
Paulo
Andrez, Clube de Cascais |
O que é
importante é que a nossa região não fique para trás, como
ficou durante muitos anos e a criação da FNABA é um esforço
nesse sentido. A filosofia é aproveitar, desenvolver e dotar
a região de todos os mecanismos necessários para que as
empresas possam aparecer. O Parque de Ciência e Tecnologia e
a Universidade (aos quais nós estamos muito ligados), que é
sempre uma nascente de novas ideias e iniciativas, são
outras armas, digamos assim, neste sentido. Mas não é só a
região do interior que precisa disto, todo o país está
atrasado relativamente à Europa.”
José
Alberto Fonseca, Presidente do Clube de Investidores em
Capital de Risco da Covilhã |
“Procura-se que
o projecto seja diferenciador em relação ao que existe no
mercado. O empreendedor deve conhecer as características do
mercado me que pretende entrar. Além disso, as pessoas devem
ter capacidade de liderança e empatia com o investidor”
Ricardo Luz , Presidente da Invicta Angels |
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