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ENQUADRAMENTO
Portugal assiste a um período de dificuldades para empresas
e indivíduos ao qual não é indiferente a diminuição de
investimento directo estrangeiro. Esta ausência revela-se na
extinção de postos de trabalho, numa diminuição do consumo e
na preferência - mesmo de investidores nacionais, por
mercados onde os índices de confiança se apresentam mais
favoráveis.
Os Business Angels contrariam toda a lógica de crise e
optam por investir em Portugal, criando emprego, acreditando
em empresas recentemente criadas mas que apresentam um
elevado potencial de crescimento e que podem vir a ser os
casos de sucesso de amanhã.
A
importância da divulgação das medidas que foram
tomadas de apoio ao empreendedorismo em Portugal,
através dos mecanismos de apoio do SAPFRI e do
FINOVA aos Business Angels portugueses e aos
veículos de investimento por estes criados, faz
pressupor a sua divulgação junto da sociedade portuguesa e
principalmente no ecossistema empreendedor nacional:
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"Atendendo ao apoio que o IAPMEI tem vindo a dar a
este importante ecossistema de suporte aos
empreendedores portugueses desde 2006 ( com especial
relevo para a realização em Portugal em Abril de
2007 do Congresso Anual da EBAN e da primeira
reunião mundial de BAs em Outubro desse ano no
Estoril ), é com muita satisfação que o IAPMEI se
associa, uma vez mais, à FNABA na realização da IV
Semana Nacional de Business Angels."
Luis Filipe Costa, Presidente do Conselho Directivo
do IAPMEI |
"O elevado comprometimento da Comunidade de B.A.
Portugueses, obrigou-nos com satisfação, a
aumentar o plafond inicial de 10 Milhões para 28
Milhões de euros, resultante do envolvimento de
mais de 200 B.A."
Nelson de Souza, Gestor do Programa Compete |
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"O
Acordo de Parceria para o Investimento com a FNABA
contempla uma Linha de Co-Investimento Complementar
com os Business Angels, no montante global de 1,5
milhões de euros, instituída pela Caixa Capital para
participar nos veículos seleccionados no universo da
FNABA que foram constituídos ao abrigo do concurso
em boa hora lançado pelo Programa Compete."
Faria de Oliveira, Presidente do Grupo Caixa Geral
Depósitos |
"Actualmente, informação e conhecimento (ou
capital intelectual), estão a substituir o
capital e a energia, tal como estes substituíram
a terra e o trabalho há 200 anos.
Adicionalmente, a evolução tecnológica no século XX
transformou o modo de criar riqueza, que antes
era feita à custa da dotação de factores físicos
e que agora é baseada no conhecimento."
Mira
Amaral, Presidente do Conselho Consultivo do
Fórum para a Competitividade |
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"Os B.A.
podem ter um papel decisivo no preencher e completar
do ciclo de financiamento por Capital de Risco."
Miguel Cadilhe, Ex-Ministro das Finanças |
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